Um espaço de escuta cuidadosa, onde a vida pode fluir e novas possibilidades se revelam.
Sou Erika Rossi, esposa, mãe e psicóloga, formada pela Unaerp — Universidade de Ribeirão Preto desde 2013, com formação em Fenomenologia pelo Centro Existere, em Campinas, SP. CRP 06/119582.
Quem me acompanha há algum tempo sabe que costumo “ir ao balcão”. A vida é fluída, é movimento — e, por vezes, é importante saber improvisar, porque a coisa mais permanente na vida é a mudança.
Entre o que planejamos e o que de fato acontece pode existir uma distância enorme. É por isso que a possibilidade de ser mais flexível é sempre bem-vinda. O termômetro é você.
Os fenômenos se revelam ao ser, sempre dotados de uma essência — o ser-em-si. É se permitir e desvelar novos caminhos e diversas possibilidades frente ao existir: e o resultado pode ser muito melhor que o plano inicial.
Estou à disposição para ajudá-lo a explorar seu potencial, alcançar o bem-estar e o crescimento pessoal.
Com carinho,
Erika Rossi
É um ramo da psicologia onde buscamos alcançar o sentido da existência humana em sua totalidade, permitindo a abertura de possibilidades para a construção do Ser — a ressignificação de vivências e a autonomia para fazer escolhas, a partir da autenticidade e do autoconhecimento.
Coincidir com aquilo que se é, sem rótulos nem máscaras.
Compreender a própria essência e o sentido das vivências.
Abrir caminhos para o vir-a-ser, escolher e ressignificar.
frente aos desafios da paralisia cerebral e seus desdobramentos sociais
A angústia, segundo Heidegger, é a sensação do nada. É como um sentimento sem objeto. E na vida temos várias aflições — sobre trabalho, carreira, realizações pessoais. Aflição é aquilo que você tem que fazer.
Por que faço o que faço? Por que não quero ser descartável? O que nos faz sentido? O que nos motiva a fazer algo?
O fato é: fazer o melhor que se puder, enquanto não se pode fazer melhor ainda. A vida era mais simples antigamente. Hoje, frente à pandemia, vivemos a hora da pressa — pressa para recuperar o tempo adormecido — e não a hora da velocidade.
Fazemos as coisas apressados. Não temos tempo porque temos muitas distrações, o que não nos deixa conectados. Lá atrás tínhamos paciência, compassividade. A pressa nos exclui a possibilidade de fluir. Vivemos sem notar, e às vezes chegamos a um lugar onde não gostaríamos de estar.
A felicidade pode ser interpretada como o resultado da diferença entre realidade e expectativas — um cálculo subjetivo. O tempo do cálculo é a chave de acesso à realidade. O que eu quero, ou o que espero, suporta a possibilidade da temporalidade?
Talvez a resposta seja buscar o fundamental. E o fundamental é o que te ajuda a chegar no essencial. Fundamental é ser você frente aos desafios de uma dificuldade ou até de uma deficiência, seja ela de qualquer natureza.
Neste sentido, a família tem papel fundamental. A família é símbolo de acolhimento ao novo, à angústia do não saber. Angústia? Claro. Mas o não saber nos abre a possibilidade de ser, de nos reinventar, de ser essencial.
A felicidade não é um lugar onde você chega — são momentos em que nos deixamos fluir.
Hoje, a utopia é o ainda não. É a esperança que mora no ainda, porque aquilo que eu desconheço é a minha melhor parte. O ainda não é muito melhor do que o nunca mais.
Claro. Fui diagnosticada aos 3 anos. Diplegia espástica. Anoxia cerebral. Nasci assim, de cinco meses e 600 gramas.
— Não… digo sua história, sua verdadeira história.
E aí está uma questão simples e complicada: como falar da gente?
Sempre fui uma pessoa determinada. Minha vida sempre foi: viajar, ouvir uma boa música, ler, trabalhar, estudar línguas, entender de gente, cair e levantar, e o melhor de tudo — receber o carinho de pessoas sensacionais. Apesar da minha limitação física, vivo com muita determinação para superar as dificuldades do dia a dia.
Encontrei a felicidade quando entendi que, por mais imperfeita que eu seja, sou perfeita como tinha que ser.
E meu pai Miceno foi fundamental, assim como minha avó Efigênia e a minha tia Fabiana. Família sempre é. Quando a família da criança deficiente se sente parte do processo e não responsável por ele, a coisa flui.
Eu tinha 6 anos quando decidi que queria um patins de Natal. Meu pai comprou — de quatro rodinhas, pra facilitar. E sabem como eu andava? No tapete da sala, segurando a mão do meu pai. Mas eu andava sim. Meu pai lia pensamento. E eu acredito nisso.
Acredito do fundo do coração que a minha vida não tem limites. E quero que você sinta a mesma coisa em relação à sua vida, quaisquer que sejam seus problemas.
A vida não tem controle remoto: é você quem tem que levantar e mudar.
Podemos optar por dar importância apenas às decepções e insistir em enfatizar falhas e deficiências. Ou, ao contrário, quando tivermos de encarar períodos difíceis, podemos aprender com a experiência e seguir em frente, assumindo a responsabilidade pela nossa própria felicidade.
Ser de SI: fazer parte de; ser parte do domínio de SER quem se é, à disposição de se expor, de se expressar, de correr riscos e fazer coisas que não se tem controle sobre os resultados, mas que se revela como componente essencial para nossas realizações e desenvolvimento, do vir a ser. E de fato, ser corajoso para ser quem você é de fato, vivenciar sensações intensas, as quais dão sentido para a nossa vida . A necessidade de pertencer a si é algo curioso.
Lidar com a vulnerabilidade as vezes é anestesiá-la a partir do momento em que esperamos um retorno do médico, de uma resposta, uma ligação, ajudar, ser ajudado, ser demitido, demitir alguém, tomar decisões, é ser vulnerável.
O que é desafiador, é que não conseguimos de fato lidar com o que somos e simplesmente anestesiar emoções. Aqui está a vulnerabilidade, lá está a dor, a vergonha, lá esta o desapontamento e não querer sentir o que de fato faz sentido, e entrar em um ciclo vicioso de angústia, depressão. E não é ruim e nem bom, as coisas as vezes apenas são como são. Por que neste sentido anestesiamos a alegria, a essência e fazemos tudo o que é certo, se tornar incerto, e dizer; eu estou certo você errado, pois o mais vulnerável, é o errado.
A abertura de possibilidades para entender que não podemos prever emoções, não podemos ter o controle, e querer que a vida seja de todo perfeita; é mais fácil transformar o que somos e não que somos, como fazer centenas de cirurgia plástica, procedimentos estéticos são coisas ótimas, até o ponto do equilíbrio, até não anestesiarmos as emoções, como uma forma de descarregar a dor e o desconforto, uma vez que escolhemos não entender o que somos em essência, e ser vulnerável significa se expor às diversas situações, que podem até ser dolorosas e desconfortáveis mas que nos trazem a consciência de nos mesmos, em essência, do ser-em- si e ser -no- mundo.
Mas envolvem também uma aceitação profunda e sincera de si mesmo, com todos os seus erros e acertos. É fazer coisas de todo o coração, sem garantias, sem um “ter que ser”, e que de fato, nos traze a crises, ou a um despertar de vir a ser o que se é .
E é isso o que torna a nossa vida mais bonita ainda: permitir-se arriscar e ser, em todas as suas formas. Ser vulnerável é desafiador, mas é muito mais desafiador, assustador e até mesmo perigoso chegar ao fim da vida e ter que se perguntar: e se eu tivesse arriscado? E se eu tivesse dito que amava? Se Arrisque-se, exponha-se. Deixar ser visto é deixar ser quem somos em essência. O despertar vale muito.
E é isso o que torna a nossa vida mais bonita ainda: permitir-se arriscar e ser, em todas as suas formas. Ser vulnerável é desafiador, mas é muito mais desafiador, assustador e até mesmo perigoso chegar ao fim da vida e ter que se perguntar: e se eu tivesse arriscado? E se eu tivesse dito que amava? Se Arrisque-se, exponha-se. Deixar ser visto é deixar ser quem somos em essência. O despertar vale muito.
Deixar ser visto é deixar ser quem somos em essência. O despertar vale muito.
"Com o tempo, passei a compreender minhas emoções sem tentar controlá-las o tempo todo. Hoje consigo fazer escolhas com mais consciência e menos culpa."
"Encontrei um espaço onde pude falar sobre minhas inseguranças sem medo de julgamentos. Isso me ajudou a olhar para mim com mais acolhimento."
"A terapia me fez perceber que nem tudo precisa estar sob controle. Aprendi a lidar melhor com as mudanças e a confiar mais em mim."
"Passei a enxergar possibilidades onde antes só via dificuldades. O processo me ajudou a construir uma relação mais autêntica comigo mesmo."
"Cada encontro foi um convite ao autoconhecimento. Aos poucos, encontrei mais segurança para viver de acordo com quem realmente sou."
"Aprendi que minhas emoções não precisam ser combatidas, mas compreendidas. Isso trouxe mais leveza para minha rotina."
Atendimento na Livance Campinas — um ambiente acolhedor, sereno e preparado para receber você.




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